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Produtor independente, Tião Guidelli sonha com o sucesso artístico

30/09/2015
Araraquara / SP
Tetê Viviani
Foto: Tetê Viviani

Com mais de três mil discos (CDs) distribuídos, o produtor, compositor e cantor Sebastião Guidelli, o Tião, de 66 de anos, sonha com o sucesso e que algum cantor consagrado no cenário nacional grave suas composições.

“Recentemente enviei meu material para o cantor Daniel, ex-parceiro do saudoso João Paulo. Ele elogiou as composições e disse que acabou de gravar um CD, se no futuro houver interesse em alguma música minha ele me ligará”, conta confiante Tião.

A produção dos hits que varia do sertanejo, axé, samba, marchinha, country, forró ao hino da Ferroviária é feita com o diretor de estúdio Chico Bento. A distribuição dos quatro volumes já gravados ocorre entre amigos e alunos da universidade onde Tião trabalha na portaria há mais de quinze anos.

“Gosto de compor sobre minhas origens nas lavouras da Usina Tamoio, o namoro com minha esposa Elisabeth, as dificuldades quando mudamos para Araraquara e também sobre esporte, inclusive fiz um hino para as Guerreiras Grenás e sobre um amor mal resolvido que virou Na marca do pênalti”, conta com brilho nos olhos.

Entre as inúmeras composições, Tião cita Mistério e Magia, Dominado por ti, Show de graça e Decepção como as preferidas pelos amigos. 

Algumas canções gravadas pelo Tião são tocadas no programa Mistura Musical, de Elídio Pinheiro, na Rádio Vip Brasil.

Artista

 A inspiração para o artista Tião Guidelli surge da convivência com a esposa Beth, das filhas Andréia, Elaine e Daniela , das netas Dafiini e Weine  Ketilin e dos netos Mikel Douglas e Wanderlei Júnior.

Além da paixão pela família, esporte e música, Tião também gosta de cinema e chegou a gravar cenas para o documentário Eu não voltei para casa,  um projeto não concluído sobre uma tragédia ocorrida na cidade em 1988.

Comunicativo, educado, sorridente, Tião recorda os bons momentos que atuou no futebol amador como auxiliar do presidente Áureo Ianelli no D’stalo FC. “A base do time era um pessoal do São Geraldo com Gavião, Touceira, Preta, Stephano e o goleiro Janela. Fomos campeões em 1978 ao empatar na final com o Santana por 0 a 0”, conta em detalhes Guidelli.

A volta da Ferroviária é motivo de imensa alegria para Guidelli. “Acompanhei todos os jogos na Fonte Luminosa e pelo rádio os de fora. Vibrei muito com o acesso. Desde os anos 60 acompanho a Ferroviária, em 63 ganhamos do Santos por 4 a 1 e o Mário Faccio jogou de volante, substituindo o Dudu, e marcou muito bem o Pelé”, relata Guidelli demonstrando uma memória incrível.

 

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