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O Brasil no topo do vôlei mundial

07/01/2019
Araraquara / SP
Jonas Bezerra
Foto: Divulgação/FIVB

Na temporada que a Superliga comemora o seu Jubileu de Prata fizemos um levantamento para saber quais as contribuições dela à modalidade, ao país e ao mundo.

Pois bem! Nas últimas décadas o Brasil foi um dos principais protagonistas do vôlei mundial ao lado de países como Rússia, Estados Unidos, Cuba e Itália, e tem nomes entre os técnicos de maiores conquistas na modalidade: Bernardinho e José Roberto Guimarães.

Entre as contribuições, o vôlei brasileiro foi responsável pelas mudanças que deixaram o esporte mais dinâmico e mais disputado. Duas dessas contribuições foram predominantes: primeira, a criação do saque “viagem” por Renan Dal Zotto – atual técnico da equipe masculina e integrante da “geração de prata” – nas Olimpíadas de 1984; e, segundo, o atleta passou a ter várias funções em quadra e o jogo ficou mais veloz com o ataque atrás da linha de três. Esta mudança aconteceu nas Olimpíadas de Barcelona, quando o Brasil conquistou o seu primeiro ouro olímpico sob o comando de José Roberto Guimarães.

O segundo esporte mais popular do país, o vôlei brasileiro obteve suas maiores conquistas nos últimos 25 anos, simultaneamente com o surgimento da Superliga. Clubes brasileiros foram campeões mundiais, a seleção brasileira masculina e feminina lidera o quadro de medalhas com maior número de conquistas no esporte.

Se antes, as grandes forças no esporte se concentravam-se nos países asiáticos (China, Coreia e Japão) e no então Leste Europeu (Rússia/URSS, Polônia, ex-Iugoslávia), nas últimos décadas, Itália, Holanda e França cresceram na modalidade. Na América, Brasil, Cuba e Estados Unidos são os principais protagonistas.

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